As pessoas se tornam tão diferentes quando agem "em bando", é como se - ao estarem em um grupo - caísse sobre elas um véu da intolerância, do preconceito, da vontade de achincalhar. Talvez, ao estarem sozinhas, elas não teriam essa mesma atitude. Provavelmente engoliriam o sapo e deixariam passar despercebido. Como formigas, elas se unem à maioria (nem sempre por um sentimento nobre de proteção ou de camaradagem), mas por um sentimento de pertencimento ao grupo mais forte e, assim, zombam do defeito alheio, do tropeço, do erro (que muitas das vezes elas já cometeram inúmeras vezes), agem como se fossem superiores. Não percebem o quanto podem excluir, magoar e às vezes causar danos irreversíveis ao outro. "Não faça com os outros o que não querem que façam com você" é uma frase velha e batida, mas acredito que seja atemporal e se adequa bem ao que acabo de escrever.
quarta-feira, 20 de março de 2013
Assinar:
Postar comentários (Atom)

0 comentários:
Postar um comentário